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  - Marco Lira
  - Paulo Barros
  - Mestre Ciça
  - Juliana Paes
  - Nego
  - Paulo Roberto
  - Junior Schall
  - Sérgio Lobato
  - Robson Sensação
  - Ana Paula
  - Marco Lira Jr.
  - Arthur dos Reis Filho
  - Família Viradouro
 
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O carnavalesco Paulo Barros consagrou-se como revolucionário na estética do Carnaval carioca, ao criar em 2004, uma "pirâmide humana" representando o espiral do DNA. No entanto, sua trajetória teve início, nas escolas do Grupo de Acesso, onde trabalhou por mais de seis anos.

Depois de estrear em 1993, como figurinista na escola Vizinha Faladeira, com o enredo "Um ser criança", Paulo não parou mais. Seu primeiro trabalho como carnavalesco foi no ano seguinte, na mesma escola, onde ficou por dois anos. Passou pela escola Arranco do Engenho de Dentro entre 1999 e 2001. De volta à Vizinha Faladeira em 2002, fez um desfile que marcou o seu estilo, ao utilizar materiais não convencionais. Garrafas plásticas, jornais, latas e canudinhos substituíram rolotês, canutilhos e coisas do estilo.

Em 2003, na escola Paraíso do Tuiuti, homenageou Cândido Portinari por ocasião do centenário de sua morte. Aqui, Paulo Barros se despede do grupo de acesso após um belíssimo desfile, quando criou pela primeira vez uma alegoria humana. O carro retratava uma das obras mais famosas de Portinari, "O Espantalho".

No dia seguinte ao desfile da Unidos da Tijuca de 2004, todos os jornais estampavam a alegoria que ainda hoje chama a atenção da mídia no Brasil e no mundo – o carro do DNA. Com 123 bailarinos de corpos pintados de azul, representando a espiral do DNA, a "escultura humana" passou a ser a marca registrada do carnavalesco.

Segue por mais dois anos na mesma agremiação, encantando a platéia da Marquês de Sapucaí. Com desfiles pra lá de ousados, materiais inusitados e alegorias que mais parecem obras de arte, Paulo Barros se fixa no mundo do samba, como "o divisor de águas na história atual do carnaval carioca", como disse um cronista brasileiro.

Ganhou por dois anos consecutivos o Estandarte de Ouro de Revelação e de melhor enredo em 2004 e 2005. Além de se destacar como carnavalesco, Paulo é artista plástico e expõe seus trabalhos em uma galeria do Rio de Janeiro. Frequentemente é convidado para participar de exposições no eixo Rio - São Paulo.

Em 2007, o carnavalesco Paulo Barros foi convidado pelo presidente Marco Lira para fazer parte da escola Unidos do Viradouro. Com o enredo "A Viradouro vira o jogo", o artista criou um Carnaval brilhante e empolgante.

Para o Carnaval de 2008, o carnavalesco promete mais surpresas. Com o enredo "É De Arrepiar", ele promete inovações e muitas emoções. Certamente vai ser "De Arrepiar"!