Meio:
Site Tudo de Samba
Data: 19 /02/2007
Viradouro: Paulo Barros prometeu e deu show
Elisa Fernandes
A expectativa foi criada e Paulo Barros foi lá e fez. Claro que contou com a preciosa ajuda da diretoria
da Viradouro e de uma equipe competente. Mas foi muito bom ver que tudo que o carnavalesco idealizou estava lá diante dos nossos olhos. Bateria sobre o imenso carro do jogo de xadrez, o povo procurando Wally, o castelo de cartas de cabeça para baixo. Aliás, parte do carro das cartas, que chegou com problemas na área da concentração, foi consertado por lá mesmo. As quatro cabeças do rei que foram avariadas na Presidente Vargas foram reparadas a tempo para o momento do desfile. O último carro, o dos jogos olímpicos, onde “atletas” de diversas modalidades se revezavam simulando partidas, foi mais um acerto.
A bateria teve atuação irrepreensível e o sobe e desce da alegoria em nada afetou o desempenho dos comandados de mestre Ciça. O samba, mesmo não estando entre os mais elogiados, cumpriu bem o papel e, assim como nos ensaios técnicos, foi muito bem cantado pelos componentes.
Em relação às fantasias, o carnavalesco conseguiu reunir criatividade, luxo e bom gosto. Destaque para a ala que representava o jogo de futebol, com bonecos colocados nas cabeças de alguns componentes, com direitos a trave e bola no centro.
A Viradouro deixou a Avenida na condição de uma das favoritas ao campeonato.
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